Cultura do algodão recebe incentivos e está sendo retomada no Ceará

Houve um tempo em que o algodão era chamado de ouro branco e movimentou intensamente a economia do estado do Ceará. Em 2018 o estado do ceará volta a ver esta cultura agrícola com bons olhos e vislumbra a retomada do cultivo do algodão em solo cearense. O governo do estado através da SEAPA vem investindo para introduzir novas tecnologias de produção do algodão no Estado visando atender às necessidades da indústria têxtil local e gerar emprego e renda no meio rural.

O Programa será executado pela Seapa, em parceria com a Secretaria do Desenvolvimento Agrário (SDA), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará (Faec) e Embrapa, dividido em cinco fases, no período de 2018 a 2022. Na primeira fase do programa, que começou neste ano, serão atendidos produtores de Quixadá, Quixeramobim e Senador Pompeu, municípios do Sertão Central, numa experiência piloto com assistência técnica exclusiva e intensiva.

Para a segunda fase, que deverá ser executada em 2019, está prevista a introdução de mais municípios do Sertão Central – Mombaça, Piquet Carneiro, Solonópole, Dep. Irapuan Pinheiro, Choró e Milhã -; Centro Sul – Iguatu, Acopiara e Quixelô -; e Sertão de Canindé – Boa Viagem.

Este ano o programa tendeu uma área de 2 mil hectares em em 2019 será ampliada para 5 mil hectares. Segundo o Secretário de Agricultura, Pesca e Aquicultura linhas de crédito serão ofertadas para os produtores que desejarem participar no programa.

Secretário de Agricultura, Pesca e Aquicultura, Euvaldo Bringel fala do ressurgimento do algodão no Ceará

O secretário Euvaldo Bringel fala de como devem proceder os agricultores interessados no programa:

Programa de Modernização

O Programa prevê a capacitação de técnicos e produtores em novas tecnologias de produção de algodão; capacitação de técnicos e produtores com foco na gestão de propriedade rural; seleção de áreas e produtores para instalação de Unidades Técnicas Demonstrativas (UTD’s); realização de visitas técnicas e encontros com produtores; estímulo a expansão da áreas plantada; introdução de máquinas colheitadeiras de pequeno porte em substituição à colheita manual e criação da Câmara Setorial do Algodão.

Fonte: Seapa e Radialistas do Ceará

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